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O povo argentino é muito simpático. Come-se muito bem na Argentina, onde há desde as famosas centollas (caranguejos gigantes) de Ushuaia, na Terra do Fogo, até as deliciosas parrilladas de carneiro, sem falar de seus excelentes vinhos.

 

Já na Patagônia Atlântica, o principal atrativo é a fauna marinha. Na costa, você pode ver lobos e leões marinhos, pingüins, baleias, orcas, golfinhos, focas e muitos outros animais. Puerto Madryn é um balneário que atrai argentinos durante o verão, quando faz bastante calor, mas a água do mar é fria. Em cidades patagônicas costeiras e próximas à costa, existe uma curiosa influência galesa no tipo físico das pessoas, nas construções e nos costumes: lá, a yerba mate é substituída pelo chá da cinco. Neuquén • San Carlos de Bariloche • Villa La Angostura • San Martín de los Andes • Junín de los Andes • El Bolsón • Esquel. Embora corresponda geograficamente à porção noroeste da Patagônia, o chamado “Distrito dos Lagos” é, do ponto de vista turístico, uma região distinta, que se estende da capital da Província de Neuquén a Esquel, na província de Chubut. Suas paisagens “de cartão postal”, marcadas por montanhas, rios, florestas e, é claro, muitos lagos, são daquelas com as quais todo mundo sonha um dia ver de perto. Nelas há algo de idílico e, para nós do país tropical, também algo de muito pitoresco quando o inverno chega: a neve. É ela uma das principais responsáveis por fazer do Distrito dos Lagos, e principalmente de Bariloche, o segundo maior destino turístico dos brasileiros na Argentina. Nessa região ficam algumas das principais estações de esportes de inverno do país: Cerro Catedral, Cerro Bayo, Chapelco e La Hoya. Mesmo quem não pretende esquiar pode ter bons momentos apenas subindo aos cumes de teleférico e curtindo a vista.

A Região de Mendoza é a principal produtora dos bem conceituados vinhos argentinos. Há diversas opções de bodegas a serem visitadas, todas nos arredores da cidade em seus vales férteis e irrigados pelas águas geladas dos Andes. A 95 km da cidade, encontra-se o imponente Aconcágua, com seus 6.959 metros. È possível visitá-lo em tours diários, operados de outubro a março.



Buenos Aires • San Antonio do Areco • Mar del Plata, atraídos pelo toque europeu de alguns de seus bairros, por sua excelente gastronomia, pelos shows de tango, por sua vida cultural e por suas lojas, cada vez mais brasileiros escolhem Buenos Aires como destino turístico. Na Província de Buenos Aires, além da Capital Federal, destacam-se como destinos turísticos Mar del Plata e San Antonio de Areco. A primeira, um grande e movimentado balneário na costa do Atlântico, pode não ser uma prioridade no roteiro do turista brasileiro, mas a segunda, uma graciosa cidadezinha colonial bem com jeitão de “interior”, onde predomina a cultura gaúcha, não deve passar despercebida pelos que apreciam turismo rural com um toque pitoresco. Puerto Iguazú (Cataratas) • Posadas (Missões Jesuítas) Santa Fé • Rosário  O Nordeste, ou El Litoral, junto às fronteiras com o Brasil, o Paraguai e o Uruguai, foi uma das primeras regiões colonizadas pelos espanhóis, que aproveitaram os rios navegáveis ali existentes para suas incursões em territórios ainda desconhecidos pelo homem branco. Durante o século XIX, El Litoral foi cenário de importantes conflitos, guerras e revoluções: a Guerra Cisplatina, a guerra contra o ditador Rosas e, finalmente, a mais sangrenta de todas, a Guerra do Paraguai. Hoje o Nordeste argentino é uma das portas de entrada para os brasileiros que visitam o país vizinho por terra. Logo na fronteira, em frente à brasileira Foz do Iguaçu, fica o Parque Nacional Iguazú, junto à pequena cidade de Puerto Iguazú, no lado argentino das famosas cataratas que integram o Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Um pouco mais ao sul, bem próximas a Posadas, estão as ruínas de Missões Jesuítas (Misiones), também classificadas pela UNESCO, onde no período áureo viveram milhares de índios guaranis. As ruínas de algumas delas podem ser visitadas facilmente de carro a partir de Pousadas.

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